sábado, 10 de outubro de 2020

Ciro Gomes explica aumentos da gasolina,inflação no Brasil. Petrobras n...

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Somewere Over The Rainbow ,fogo crueldade queima Pantanal,Amazônia natur...



O Brasil está em chamas, e isso não é uma figura de linguagem. Os principais biomas do país estão literalmente sendo consumidos por queimadas e incêndios generalizados sem precedentes, resultado de uma mistura explosiva de secas severas e absoluto descaso proposital do poder público com a proteção do meio ambiente. Mas até que ponto essas tragédias poderiam ser evitadas ou combatidas? 
A destruição ambiental não respeita fronteiras, nem biomas, e o Brasil enfrenta hoje uma das piores crises ambientais de sua história, com consequências potencialmente danosas para toda a sociedade. 
No Pantanal, maior planície interior inundada do mundo, o fogo já atingiu, até o final de agosto, mais de 12 % do bioma. No Cerrado, a savana mais biodiversa do mundo, já foram registrados mais de 38 mil focos de calor até hoje (16) e, na Amazônia, os números de queimadas e incêndios florestais registrados até o dia 14 deste mês já superaram setembro inteiro de 2019, um crescimento de 86% para o período, na comparação com o mesmo período do ano passado.
A gravidade da situação é resultado, sobretudo, do projeto de destruição conduzido pelo governo Bolsonaro. O projeto do governo é o desmonte sistemático das estruturas e políticas públicas que promovem a proteção ambiental, somada a ausência premeditada de plano, meta ou orçamento capazes de proteger as riquezas naturais do Brasil de forma concreta. Este ano, por exemplo, mesmo com a crise provocada pelas queimadas generalizadas, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) só gastou 0,4% dos recursos  para ações diretas e já prevê cortes no orçamento para 2021
Brasil queima, o mundo todo perde 
As mudanças climáticas geram uma série de impactos em nossas vidas. Projeções apontam consequências como aumento de temperatura, redução de chuvas e consequentemente períodos mais secos em algumas regiões, incluindo a América do Sul. Essa é a previsão da Organização Mundial de Meteorologia para o período de 2020-2024
Um clima mais seco, por sua vez, é mais propício à ocorrência e propagação do fogo. A combinação de um clima mais seco à outros fatores, como a disponibilidade de material combustível (madeira, folhas, restos do desmatamento) e a fontes de ignição (onde entra a utilização de fogo para limpeza de área agrícola ou em processos de desmatamento) aumenta drasticamente as chances de ocorrência de incêndios. Todos os processo citados acima tem influência da ação humana.
Nos anos 2000 cientistas nomearam a era geológica atual da terra de “Antropoceno”, no qual as ações humanas mudam as características do planeta, principalmente devido ao aumento vertiginoso das emissões de gases do efeito estufa. Mais recentemente, o professor e historiador ambiental Stephen Pyne sugeriu que estamos entrando uma nova era, a do fogo ou Piroceno, que pode remodelar nosso planeta da mesma forma que a última Era do Gelo esculpiu nossos rios e lagos. Os impactos seriam devastadores para o clima e para a biodiversidade.




O processo pode levar à extinção em massa, mudança no nível dos oceanos e mudanças radicais na vegetação. De fato, o planeta está em chamas: Amazônia, Cerrado, Pantanal, Califórnia, Austrália, Rússia e Indonésia.  

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

#PANTANAL #AMAZÔNIA Ciro 2022 bioma onças animais basta de crueldade,cov...







Filme online link SOS: Amazônia em Chamas 1994 completo https://www.youtube.com/watch?v=DI6mhtMgr_o&t=1680s

Enquanto a devastação ambiental avança sobre o Brasil, avançam também as tentativas de pressionar o governo brasileiro a adotar uma nova postura, a fim de evitar, inclusive, possíveis perdas econômicas para o país.

O aviso, assinado por Alemanha, Dinamarca, França, Itália, Holanda, Noruega, Reino Unido e Bélgica, é o último de uma série de alertas feitos por parceiros do Brasil desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro, acusado, dentro e fora do país, de não dar a devida atenção às questões ambientais. Há meses, analistas vêm alertando que essa situação pode acabar custando caro também para a economia brasileira.

"A percepção que existe é que o governo Bolsonaro não somente está destruindo a floresta amazônica, mas que isso é uma política proposital do governo.
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quarta-feira, 29 de abril de 2020

#Covid-19 #Coronavírus Ciro Gomes pede renúncia de Bolsonaro por política 'genocida' contra COVID-19

Ciro Gomes no debate dos presidenciáveis da Globo.


Jair Bolsonaro conduz política "genocida" de combate à pandemia de COVID-19 e "melhor saída para a crise" seria a renúncia do presidente da República, declarou Ciro Gomes à Sputnik.
O ex-candidato à presidência da República e vice-presidente do Partido Democrático Trabalhista, Ciro Gomes, acredita que o Brasil tem os meios para combater a pandemia, mas para isso precisa que Bolsonaro renuncie à chefia do Executivo.
"O Brasil tem capital econômico e humano suficiente para sair desta crise minimizando seus impactos [...] sem a necessidade de um calote", afirmou Ciro Gomes à Sputnik.
No entanto, o governo federal não estaria mobilizando os instrumentos necessários para que o Brasil supere a COVID-19.
"Infelizmente, o presidente Bolsonaro é irresponsável, age propagando fake news e atenta contra a saúde pública brasileira. Sua atitude é genocida e vamos lutar para que ele seja responsabilizado e condenado por seus atos criminosos", assegurou.
O vice-presidente do PDT acredita que Bolsonaro pode ser alvo de impeachment, dados os crimes de responsabilidade que teria cometido durante seu mandato.
"Bolsonaro já cometeu crimes de responsabilidade que justificam seu afastamento, como atentar contra a saúde pública, contra a democracia e contra a federação e autonomia dos estados."
No entanto, dado o desgaste que processos de impeachment geram na sociedade, Gomes defende que o presidente da República renuncie ao cargo.
"A melhor saída para esta crise seria, sem dúvida, a renúncia, uma vez que o processo de impeachment é demorado e muito desgastante para o conjunto da sociedade", ponderou.
Gomes acredita que o inquérito aberto para investigar as acusações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, contra Bolsonaro pode provar crimes cometidos tanto pelo presidente, quanto pelo ex-juiz Moro.

O inquérito irá "apurar se Bolsonaro cometeu os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, entre outros".
No entanto, é "importante ressaltar que Moro também poderá ser investigado e responder por crimes como prevaricação", uma vez que "já tinha conhecimento de crimes que alega que Bolsonaro cometeu e não tomou providências imediatas", lembrou.

Crise econômica

Para o ex-candidato à presidência da República, "já está claro que o Brasil está vivendo uma das maiores crises econômicas de sua história".
Para que o país consiga financiar os pacotes de apoio social e ajuda econômica às empresas, Ciro Gomes defende a realização de reforma tributária, que priorize impostos progressivos.
"Uma reforma tributária progressiva é fundamental. Hoje, o Brasil é um dos raríssimos países que não cobram impostos sobre lucros e dividendos das empresas, cobra somente cerca de 4% de imposto sobre grandes heranças, e conta com um sistema ineficiente [...] onerando o consumo e não a renda", explicou.
"Se o Brasil passar a cobrar mais dos mais ricos, o país teria a capacidade de reencontrar o equilíbrio das contas públicas", garantiu Ciro Gomes.
Na sexta-feira (24), o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, renunciou ao cargo, acusando o presidente da República de agir para interferir politicamente na Polícia Federal.
Na segunda-feira (26), o ministro do Supremo Tribunal Federal (SFT) autorizou a abertura de inquérito para apurar as acusações do ex-ministro Moro.
O Brasil registra 71.886 casos de COVID-19 e 5.017 vítimas fatais, o 9º maior número de óbitos no mundo, superior ao da China, primeiro epicentro do novo coronavírus.